segunda-feira, 12 de outubro de 2026

O melhor para o Brasil ou o melhor para Igreja brasileira?

 




Acredite não é mesmo o que você pensa. Antes de seguir na leitura do texto, veja esse vídeo: O melhor para o Brasil ou o melhor para igreja?

Assistiu? Não me engana, hêin? Assista!

Seguindo acredito que agora é hora do melhor para o Brasil vencer, falo mais sobre isso aqui: Fala, champs! O melhor para o Brasil

Dou uma perspectiva do segundo turno das eleições 2026 aqui: Eleições 2026 - uma perspectiva

Você pode me perguntar, mas você não vai escrever? Para esse assunto, vale mais a pena falar. Clique nos links e deixe um comentário por lá. 





Talvez Deus não te chamou para ser Spurgeon, mas sim, para ser John Egglen

 


Talvez Deus não te chamou para ser Spurgeon, mas sim, para ser John Egglen.


John Egglen foi um diácono Metodista na Inglaterra. Ele jamais pregara um sermão em sua vida. Nunca! Ele era um diácono, não um pregador. Mas, por necessidade, certa manhã o fez. 


A neve deixou sua cidade, Colchester, completamente branca. Ao acordar naquele domingo em janeiro de 1850 pensou em ficar em casa. Quem iria a igreja com aquele tempo? Então reconsiderou. Além do mais ele era o diácono e se os diáconos não fossem, quem iria? Então, calçou suas botas, colocou o chapéu e andou quase 10 km até a igreja metodista. 


Ele não foi único membro que pensou em ficar dentro de casa, pois apenas 13 pessoas compareceram. Doze membros e um visitante. Até o pastor ficou impedido pela neve. 


Alguém sugeriu que voltassem para suas casas. Egglen não deu ouvidos, eles vieram de tão longe, então realizariam o culto. Além do mais havia um visitante. Um garoto de 13 anos. 


Mas, quem pregaria? Pelo fato dele ser o único diácono presente, era ele que deveria pregar a Palavra. E assim pregou. Seu sermão durou cerca de 15 minutos, onde o tema da mensagem fora em Isaías 45:22 (Olhai para mim, e sereis salvos). 


Ele vagueou e não foi objetivo na tentativa de abordar alguns pontos. Ele não tinha eloquência e muito menos habilidades de um orador. Mas ao final uma coragem não característica de sua personalidade aflorou, e de maneira convicta ele dirigiu seu olhar diretamente para o garoto que estava assentado nas primeiras fileiras, e o desafia: 

– Jovem, olhe para Jesus! Olhe firmemente para Ele. Olhe jovem! 


O próprio garoto, agora um homem, respondeu – Eu olhei, e então a nuvem do meu coração se dissipou, as trevas foram embora e naquele momento pude ver o Sol. Eu olhei e contemplei o filho de Deus na Cruz, o túmulo vazio e eu pude crer. Eu olhei, e fui invadido por uma graça tal que me fez estremecer… Então não pude resistir! 


O nome do garoto? Charles Haddon Spurgeon. Sim, o Príncipe inglês dos pregadores, que aos 20 anos de idade já havia pregado mais de 600 sermões.

Há poder no Evangelho de Jesus! Não existem grandes homens de Deus, existe um Deus grande, que usa homens limitados e imperfeitos.


Seja como John Egglen, faça bem o que Deus lhe confiou para fazer. Sempre com humildade e sinceridade, mais do que conhecimento e praticidade. Você nunca sabe quem vai impactar!


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segunda-feira, 27 de julho de 2026

AOS QUE QUEREM SER ORDENADOS

 


CONSELHO AOS QUE QUEREM MUITO SER ORDENADOS AO MINISTÉRIO PASTORAL 

Acho curioso como as pessoas matam e morrem por um ordenação, eu nunca quis ser ordenado, eu nunca procurei isso. 

Eu fui empurrado pra isso, entrei no seminário apenas como leigo pra ocupar minha mente enquanto cuidava do meu pai doente, conheci Ivan, ele não era nem pastor. Não fiz nenhum movimento estratégico de política na igreja. 

Embora querido e amado por pessoas importantes nunca me vali delas, mesmo quando perseguido. 

Não vou mentir que é bom ser honrado, que depois de ser ordenado, no contexto de uma igreja clerical que fui percebendo o quanto essa coisa do cargo é “poderosa” e extremamente fascinante para a carne, perdendo toda perspectiva do serviço que a gente faz com ordem ou sem ordem.  

Quanto mais desculpas eu arrumo pra Deus, quanto mais eu digo que sou incapaz, que passo mal, que não posso fazer live, escrever livros, participar de importantes conferências e escolas, quanto mais eu me recuso gravar aulas, mais elas aparecem. Quanto mais importantes “nãos” eu digo mais portas se abrem. 

Deus está dizendo não é você quem se estabelece, sou eu quem te estabeleço, não são os homens e o network. 

Enquanto quem vive correndo atrás disso, vive a amargura que amargura a todos ao seu redor de ter todas as portas fechadas. 

Queria eu ter outra vez (e tenho trabalhado por isso e Deus contra isso e quem pode lutar contra Deus?), minha vida tranquila, de dar as minhas aulas na igreja local, sem títulos e estolas, enquanto isso as pessoas lutam por um reconhecimento e não sabem nem o que tão pedindo. 

Quem deseja o episcopado ou presbiterato excelente coisa deseja, como diz o apóstolo Paulo, mas os desejos só sao excelentes se estão devidamente ordenados: primeiro Deus e o seu Reino e quem sabe as demais coisas como essa são acrescentadas.

Texto: Marcondes Soares - Pastor na Catedral da Reconciliação de Recife-PE


Um texto forte do Marcondes, não é? Fiz um acréscimo no título de seu texto, mas mantive a integralidade texto. Minha trajetória é bem diferente da dele, mas o sentimento é o mesmo. 

Por mais que, como ele disse: ”é bom ser honrado, depois de ser ordenado”, prefiro seguir o chamado mais em uma mesa do que em um púlpito. 

Charles Haddon Spurgeon bem disse: “prefiro ensinar um homem a orar do que dez a pregar”. Esse sempre foi meu “mantra” de ação ministerial. 

Mais do que o holofote de um título ao falar para uma multidão, prefiro a luz ambiente do compartilhamento simples do evangelho sem pompas, seja para milhares, centenas, dezenas ou apenas um indivíduo. 

Não se trata de titulação, mas realização da missão. Com título, ou não.

Rodrigo Matias - Pastor e profeta no Projeto Vida em Volta Redonda-RJ. 


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