segunda-feira, 19 de agosto de 2019
Dia do historiador
segunda-feira, 17 de abril de 2017
Digital influencers - 4 dicas
O gamer PewDiePie se mantém no topo do ranking de youtubers mais bem pagos do mundo e faturou U$ 15 milhões em 2016. No entanto, recentemente, o The Wall Street Journal resgatou postagens antigas do influenciador com conteúdos anti-semitas. O resultado foi o cancelamento de seu contrato com a Disney, já que nenhuma empresa quer estar vinculada a quaisquer mensagens de ódio. Esse é apenas um dos exemplos de como a carreira de digital influencer pode sofrer sérios danos por má conduta.
Pensando nisso, a iFruit, agência brasileira de digital influencers, preparou quatro dicas para quem quer se destacar nesse segmento. Confira:
Seja cuidadoso: diferente do que muitos pensam a web não é um lugar sem leis. Despejar discursos de ódio, com o ilusório escudo do “é apenas minha opinião”, não funciona mais. Repense posts, reveja seus antigos e tente compartilhar ideias positivas. Se coloque no lugar do outro antes de dizer o que pensa sobre determinado assunto ou pessoa. Expor, xingar e ofender personalidades ou culturas, além de não pegar bem, é crime e pode render processos judiciais.
Seja sincero: quando uma marca entra em contato com o criador de conteúdo, é importante ele avisar seus seguidores que está recebendo para falar sobre determinado produto ou serviço. Não adianta o influenciador tentar enganar seus seguidores: ele não necessariamente precisa avisar que está sendo pago, mas deixar isso claro de alguma forma, seja na linguagem ou nos textos que compõem o post, é imprescindível.
Trabalhe com marcas que acredita: se você é um homem, não tem sentido aceitar um patrocínio de sabonete íntimo feminino, certo? Ao decidir ser um criador de conteúdo, é natural escolher um assunto que se relacione com o seu dia a dia e seus valores. Então, aceite parcerias apenas com produtos ou serviços que gerem conteúdos que dialogam com a sua audiência. Ou seja: não aceite propostas apenas por dinheiro.
Crie laços com as pessoas: não adianta ser heavy user das redes sociais e ignorar os fãs. Responda comentários, proponha enquetes, faça lives etc. O importante é estabelecer uma fonte de diálogo com aqueles que te assistem, e regularmente peça feedbacks. “O que preferem ver?”, “Gostaram desse formato?” e “Do que sentem falta?” são algumas das perguntas que podem te guiar no desenvolvimento do seu negócio como influenciador digital.
sexta-feira, 5 de agosto de 2016
Pokémon Go e a religião
Muito se tem falado sobre o jogo Pokémon Go, penso ser pertinente colocar um ponto de vista particular. Se é correto, ou não, deixo ao seu cargo. Você, que lê esse artigo.
Eu, particularmente, nunca fui fã do desenho Pokémon, uma animação que nunca me chamou atenção, apesar de já ter visto alguns episódios de temporadas passadas.
Pokémon é a contração de duas palavras em inglês: pocket, que significa bolso; e monster, que significa monstro. Assim, um pokémon é um "monstro de bolso", uma criatura fictícia popular em videogames e desenhos. O fenômeno Pokémon começou como um jogo de videogame, do gênero RPG, criado por Satoshi Tajiri em 1996, depois gamou várias outras mídias de entretenimento.
Pokémon GO é um jogo eletrônico free-to-play(grátis para jogar) de realidade aumentada voltado para smartphones. Foi desenvolvido por uma colaboração entre a Niantic, Inc., a Nintendo e a The Pokémon Company para as plataformas iOS e Android e em pouco tempo virou uma febre nos países onde foi disponibilizado, incluindo o Brasil.
Não quero aqui falar da origem dos Pokémons, tão pouco quero dar explicações sobre a dinâmica do jogo, isso você encontra em qualquer buscador na internet. Mas quero colocar um ponto de vista.
Muito se tem falado do caráter demoníaco do jogo, e que não seria correto uma pessoa jogar... Então vamos ver alguns exemplos:
- Na Franquia Vingadores, da Marvel, um dos heróis é Thor, uma divindade nórdica.
- Da mesma franquia, O Homem de Ferro é um ateu convicto.
- O recente filme Batman vs Superman, o homem é o cavaleiro das trevas... Precisa falar mais alguma coisa? E Superman é uma clara paródia de um ser messiânico.
Mesmo assim muitos vêem os filmes, compram brinquedos, jogam os vídeo games, etc... Sem muito "estardalhaço". Poderia dar dezenas de outros exemplos, mas vou ficar nesses mais famosos.
Fala-se da questão de um dos campos de batalha serem igrejas. Do meu ponto de vista, abrir o whatsapp, facebook, instagram ou qualquer outra rede social durante uma celebração eclesiástica é tão, ou mais, prejudicial, do que o jogo em si. O problema não é o jogo, mas a distração.
Muitos que estão falando sobre o "absurdo" de arenas pokémons em igrejas (lembrando que outros espaços públicos, como lojas, praças, etc... também são utilizados), em sua grande maioria, são os mesmo que abrem suas redes sociais quando um culto/celebração/missa esta acontecendo.
Uma das maiores queixas é a apologia velada à invocação de monstros que, de fato, o jogo faz. Então vamos lá:
- Pare de ver e adquirir qualquer produto da Disney/Pixar, pois trazem imagens subliminares em muitos dos seus filmes e animações. Detalhe, a Disney é dona da Marvel Entertainment (Vingadores, Capitão América, Homem de Ferro etc...) e da Lucas Films (Star Wars).
- Pare de usar/consumir sabão Omo, Dove, sovertes Kibon, sucos da Addes, produtos Arisco ou qualquer produto da Unilever, muitos dos seus principais acionistas são, declaradamente, satanistas, e outros, convictamente, propagadores de dourinas humanistas
- Para fechar com chave de ouro, pare de usar facebook, instagram e whatsapp, pois Mark Zuckerberg, dono dessas empresas é um grande defensor dos homossexuais e financia a marcha do orgulho LGBT nos Estados Unidos. E todos sabemos que um "cristão genuíno" não pode se relacionar com qualquer coisa que tenha homossexuais ou pessoas que apoiam sua causa, certo? Sim, foi uma pergunta irônica.
Tudo isso para chegar a uma conclusão, não gosta do jogo? Não jogue, e influencie, com argumentos válidos, sua posição.
Do ponto de vista espiritual existem práticas cotidianas mais nocivas que esse jogo, notem que eu falei MAIS, o que significa que, sim, o jogo tem pontos nocivos.
Como quis abordar mais o ponto de vista religioso, vou deixar para outros alertarem com relação a segurança urbana, trânsito, vício no jogo etc...
Mas finalizo com uma reflexão... Um apresentador de televisão chamou os jogadores de pokémon go de "pokeidiotas" pois, para jogar o jogo, é necessário expor seu smartphone ou aparelho similar. Mas ficam algumas perguntas: É errado jogar o jogo ou viver em um ambiente onde tenho que me preocupar em ser roubado? É melhor ficar 45min, ou mais, vendo um homem falar de violência e ofendendo outros que não concordam com sua opinião particular para conseguir IBOPE ou andar pelas ruas e se divertir? Acredito que idiotas são outros tipos de pessoas...
Para você que joga, seja moderado, tenha equilíbrio seja um virtuoso e não um viciado.
Vício (do latim "vitium", que significa "falha" ou "defeito" ) é um hábito repetitivo que degenera ou causa algum prejuízo ao viciado e aos que com ele convivem. Seu oposto é a virtude.
“A virtude é quando se tem a dor seguida do prazer; o vício, é quando se tem o prazer seguido da dor”. Gosto muito dessa ultima frase, que nada tire seu tempo com o Eterno Pai, sua família e o cumprimento de seu propósito. Seja a busca de um pokémon, uma "olhadinha" no facebook/instagram/whatsapp ou outra ação. No mais, divirta-se.
quarta-feira, 29 de junho de 2016
O passado é uma semente para o futuro, mas não uma determinação no presente
domingo, 31 de janeiro de 2016
90 dias de propósito - Casas de Paz
Toda renúncia tem sua resposta, toda dedicação tem sua recompensa.
Por isso o ministério de intercessão do Projeto Vida inicia o 1° semestre de cada ano com um tempo de renúncia em dedicação ao Pai Eterno.
Em Efésios 3:14 diz: "Por esta causa me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo".

- 06:00
- 12:00
- 18:00
Em fevereiro é tempo de 21 + 7 Para declarar VENHA TEU REINO.


quarta-feira, 20 de janeiro de 2016
Aniversário da cidade do Rio de Janeiro
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Hupereta - serviço sem ser visto
O termo grego ὑπηρέτης (hupēretēs / huperetēs) é um dos vocábulos que Paulo e outros autores do Novo Testamento utilizam para falar do papel de serviço e subordinação. É uma palavra que carrega tanto um peso social quanto espiritual. Vou organizar a resposta em três blocos: definição, referências no NT, e contexto histórico.
1. Definição do termo
- Origem: o termo vem de hypo (debaixo) + erétēs (remador). Literalmente, designava o remador das galés que ficava no nível inferior, abaixo do convés, puxando os remos sob comando do capitão.
- Sentido ampliado: por extensão, passou a ser usado para assistentes, ajudantes, auxiliares, subordinados em várias funções — desde cargos administrativos até ajudantes em funções religiosas.
- Uso no NT: Paulo aplica o termo ao ministério cristão, especialmente para destacar que os ministros não são senhores, mas subalternos de Cristo, que executam ordens do verdadeiro Capitão.
2. Referências do termo huperetēs no NT
O vocábulo aparece cerca de 20 vezes no Novo Testamento. Algumas são nos Evangelhos e Atos, outras em Paulo. Abaixo estão as principais ocorrências (com foco na função):
- Lucas 1:2 – testemunhas oculares e ministros da palavra (huperetai tou logou).
- Mateus 5:25; Lucas 12:58 – oficiais de justiça.
- João 7:32, 45-46; 18:3, 12, 18, 22; 19:6 – guardas ou oficiais do templo.
- Atos 5:22, 26 – oficiais que serviam ao Sinédrio.
- Atos 13:5 – João Marcos como auxiliar (huperetēs) de Paulo e Barnabé.
- Atos 26:16 – Paulo relata que Cristo o chamou para ser ministro e testemunha (huperetēn kai martyra).
- 1 Coríntios 4:1 – Paulo se refere a si mesmo e aos demais líderes como servos de Cristo (huperetas Christou), encarregados dos mistérios de Deus.
- Hebreus 9:2 – servidores do tabernáculo (há manuscritos com variante, mas alguns mantêm o termo próximo).
3. Contexto histórico do termo no NT
- Mundo Greco-romano: o termo era bem conhecido porque os remadores das galés eram a base da força naval do império. Eles não tomavam decisões, apenas obedeciam ao ritmo do comandante. Isso fazia do huperetēs um símbolo de obediência, disciplina e função subordinada.
- Uso religioso: no judaísmo do Segundo Templo, huperetēs era usado para os oficiais do Sinédrio e guardas do templo — pessoas que serviam sob ordens dos líderes religiosos, sem autonomia própria.
- Aplicação de Paulo: ao usar o termo para si e outros líderes, Paulo ressignifica a palavra. Ele mostra que apóstolos e pregadores não são “chefes espirituais” no sentido humano, mas remadores no porão da embarcação de Cristo, servindo ao verdadeiro Capitão que é Jesus. Essa metáfora era impactante porque subvertia a lógica de status e poder da época.
O termo huperetēs no NT mostra que:
- O ministério cristão é serviço subordinado, não domínio.
- Cristo é o Senhor da missão; os líderes são apenas auxiliares.
- A imagem do remador no porão, invisível e obediente, ilustra bem o caráter de humildade que Paulo quer ensinar aos coríntios e às igrejas.
- Ninguém faz nada sozinho!
- As pessoas podem até não ver nosso serviço, mas quando paramos, todos sentem.
















