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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

*Egito descobre tumba de sacerdote

A tumba de Rudj Ka.

A tumba de Rudj Ka.

Arqueólogos anunciaram na terça-feira a descoberta de uma tumba de quase 4,3 mil anos que provavelmente abrigou o sacerdote Rudj Ka.

A tumba foi esculpida na base de um penhasco no platô de Giza e está repleta de ilustrações coloridas do dia-a-dia de 4,5 mil anos atrás, segundo arqueólogos.

Entre elas, há uma do próprio Rudj Ka e sua esposa em frente a uma mesa de oferendas.

A tumba foi encontrada durante escavações de rotina na região próxima à necrópole dos trabalhadores que construíram as pirâmides.

Rudj Ka teria sido uma figura importante na corte do faraó.

“É uma tumba grande, provavelmente da família de Rudj Ka. Ele era o inspetor dos sacerdotes de Khafre e também o alto sacerdote da pirâmide de Khafre”, afirmou o chefe do Conselho de Antiguidades do Egito, Zahi Hawass.

Hawass afirmou ainda que a tumba foi saqueada ao longo da história, mas que as pinturas nas paredes são uma fonte de informação riquíssima sobre o período.

*Fonte: BBC Brasil

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

*Arqueólogos descobrem cidade egípcia de 3.500 anos



Ruínas de padaria encontrada em vila egípcia de 3.500 anos, localizada a cerca de 200 km ao sul do Cairo

Arqueólogos encontraram no oásis de um deserto ruínas de um assentamento egípcio de 3.500 anos que antecede em um milênio outras cidades antigas, informou nesta quarta-feira (25) o Ministério da Cultura do Egito.

Realizando escavações no oásis Um El-Kharga, um dos cinco desertos ocidentais do Egito – a cerca de 200 quilômetros ao sul do Cairo -, uma missão da Universidade Yale fez a descoberta enquanto trabalhava em um mapa de rotas antigas do Deserto Ocidental.

O assentamento possui rotas ligando o Vale do Nilo, no Egito, ao oásis ocidental, se estendendo até a região de Darfur, no Sudão, disse o comunicado. O local atingiu seu auge no Reino Médio (1786 a 1665 a.C.).

As ruínas de uma padaria, assim como dois fornos e um torno de oleiro usado na produção de formas de cerâmica, onde o pão era assado, também foram encontrados, sugerindo que o local seria um importante centro gastronômico, informou o chefe da missão, John Darnell.

*Fonte: Folha Online


domingo, 15 de agosto de 2010

*Descoberta moeda de ouro de 2.200 anos em Israel

A moeda é a mais valiosa já achada no país, com seis vezes o peso da maioria das outras da mesma área

Associated Press

Imagem de Cleópatra I, efígie da moeda de ouro de 28 gramas descoberta em Israel. Tara Todras/AP

Arqueólogos informam ter encontrado a mais pesada e valiosa moeda de ouro já descoberta no atual território de Israel.

A moeda de 2.200 anos pesa 28 gramas e foi descoberta no sítio de Tel Kadesh, próximo à fronteira do Líbano, de acordo com nota divulgada nesta quarta-feira, 11, pela autoridade de antiguidades.

O informe diz que a moeda tem seis vezes o peso da maioria das outras da mesma área.

O chefe do departamento de numismática da autoridade de antiguidades, Donald Ariel, disse que a moeda data da época do Império Selêucida, embora tenha sido cunhada pelos egípcios.

Ariel disse que a efígie da moeda mostra Cleópatra I, mulher do faraó Ptolomeu V. É a segunda moeda ptolomaica já encontrada em Israel.

A coroa da moeda de 28 gramas de ouro e 2.200 anos encontrada em Israel. Tara Todras/AP

*Fonte: O Estado de São Paulo


sexta-feira, 6 de agosto de 2010

*Descoberta de templo filisteu

Arqueólogos descobrem templo filisteu na cidade natal de Golias


Arqueólogos em Israel, recentemente, descobriram um templo filisteu no local onde teria sido a cidade natal do gigante guerreiro Golias.

As ruínas do templo estão localizados na antiga cidade de Gate e remonta ao século 10 a.C., de acordo com o Prof. Aren Maeir do Departamento Martin de Estudos e Arqueologia das Terras de Israel da Universidade Bar Illan. O templo descoberto tem uma imagem arquitetônica semelhante ao descrito na história bíblica de Sansão, que derrubou o templo do filisteu Dagon sobre si mesmo.

“Nós não estamos dizendo que este é o mesmo templo onde a história de Sansão ocorreu ou mesmo que a história não ocorreu,” disse Maeir, que dirigiu a escavação no local durante os últimos 13 anos, ao The Jerusalem Post, na semana passada. “Mas isso nos dá uma boa idéia de que a imagem de qualquer um que tenha escrito a história, teria sido de um templo filisteu.”

Este é o primeiro templo filisteu encontrado em Gate.

Além da descoberta do templo, a equipe também encontrou provas de um grande terremoto do século 8 a.C. que poderia ser o terremoto mencionado nos livros de Isaías e Amós.

“Se os sismólogos estão certos, um terremoto de 8 graus na escala Richter teria nivelado uma grande cidade,” disse Maeir. “A intensidade da energia necessária para mover as paredes parecem ter sido de algo muito poderoso.”

“O que temos aqui é uma prova muito forte de um terremoto dramático, um acontecimento natural, que deixou uma impressão muito significativa sobre os profetas bíblicos do tempo.”

Maeir e sua equipe internacional descobriram no templo na antiga ruína, montagens de Tel Tzafit National Park, na planície costeira do sul.

*Por Ethan Cole (Christian Post Reporter). Fonte: O VERBO/Christian Post

quarta-feira, 28 de julho de 2010

*Fragmento de código de lei de 3.700 anos é descoberto em Israel



Arqueólogos israelenses anunciaram nesta segunda-feira a descoberta, pela primeira vez fora da Mesopotâmia, de um fragmento de um código de lei, com 3.700 anos de idade, parecido com o famoso Código de Hamurabi. "É a primeira vez que um fragmento de um código de lei é descoberto na Terra Santa e, até mesmo, fora de Mesopotâmia", explicou o chefe da equipe de pesquisas, o arqueólogo Amnon Ben-Tor, da Universidade Hebraica de Jerusalém.


Este texto remonta a dez séculos antes da suposta redação da Bíblia (século VII antes de Cristo). Ben-Tor indicou que trata-se "de um fragmento muito pequeno de argila (2 centímetros por 1,5) em escrita cuneiforme acadiana, com quatro linhas muito próximas dos dois lados da tábua". O fragmento foi descoberto há alguns dias no sítio da cidade cananeia de Hazor, norte de Israel.


"O texto se refere às regras que regiam as relações entre mestres e escravos", indicou o professor Wayne Horowitz, responsável pela decriptação. "Essas linhas que evidenciam um conteúdo legal confirmam a ligação entre o reino de Hazor e os reinos da Síria do norte", considerou.


Localizada no norte da Galiléia, Hazor foi uma das principais cidades do Crescente Fértil durante a idade de bronze. Situada na estrada que liga o Egito à Ásia, Hazor comercializava estanho com as cidades da Babilônia e da Síria para alimentar sua indústria de bronze. Hazor mantinha ligações políticas e econômicas estreitas com a Mesopotâmia, entre o Tigre e o Eufrates (hoje, Iraque e nordeste da Síria). Hazor prosperou sobretudo durante a metade do período cananeu (1750 antes de Cristo) e foi a maior cidade fortificada de Israel durante o período israelita (século IX antes de Cristo). A Bíblia se refere a Hazor como "a cabeça de todos esses reinos" cananeus (Josué 11:10).


O Código de Hamurabi (por volta de 1750 antes de Cristo) é um dos mais antigos códigos de lei, o primeiro quase completo. Texto babilônio não religioso, mas de inspiração divina, elaborado sob a autoridade do rei Hamurabi, ele prolonga juridicamente a obra militar e política do fundador do reino da Babilônia. Esse código está atualmente no Museu do Louvre em Paris, mas uma cópia também está exposta no museu arqueológico de Teerã.


*Fonte: AFP

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