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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

Pena de morte e cristianismo




Na verdade a frase do título da imagem acima esta incorreta, no que tange ao cristianismo. Fundamentalismo religioso (embora essa seja uma expressão extremamente mal usada) levaria uma pessoa a se importar com a vida em ambos os casos, uma vez que o FUNDAMENTO do Cristianismo é o "amar ao próximo como a si mesmo". Apesar do equívoco, vale a reflexão da imagem um evangélico pode ser contraditório assim, um cristão não. Acredite, tem pessoas que ao lerem isso podem pensar: "Como pode? Comparar um traficante com uma criança inocente?". Vida é vida, uma dádiva dada pelo Eterno, não cabe a nós decidir quem merece viver ou morrer, e quero deixar especificado nestes dois casos (aborto e pena de morte). Temos muitos evangélicos (religiosos) apressados em julgar e poucos cristãos interessados em curar... Cada um é responsável pela consequências de seus atos, os feitos, os pensados e os declarados... Mas alguns crentes precisam ler "um pouco" mais do livro sagrado que alguns alegam seguir.

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Vote na religião e fica na mão




Recentemente li uma reportagem no jornal extra que me deixou preocupado... Leia o link abaixo:

Número de candidatos pastores evangélicos aumenta 70%

É... você leu corretamente. O número de candidatos "pastores evangélicos" cresceu em 70% nessa eleição. E ao contrário do que você pode pensar, isso NÃO é bom.

Entenda... Ter um número elevado de "pastores evangélicos" candidatos não significa que teremos um número significativo de cristãos, mas sim de religiosos. Parafraseando um pastor socialista: "Deus nos livre de um Brasil evangélico", não concordo com tudo que disse Ricardo Gondim, mas que não precisamos de um país religioso/evangélico, realmente, não precisamos.

Não me leve a mal... Sou, em formação acadêmica, pós-graduado em história e também doutor em teologia e filosofia. Mas, também, sou pastor de uma denominação cristã/protestante. Então, quando falo, apresento dois pontos de vistas que podem parecer antagônicos, mas não são.

Acredito, e quero, que Deus possa formar uma nação com princípios CRISTÃOS e não religiosos, pautados em usos e costumes doutrinários denominacionais.

 Precisamos de pessoas com caráter cristão e não somente carisma religioso.

Muito se tem falado do estado laico nesses dias, ok. Vamos analisar a nossa moeda, recentemente pediram para que a frase "Deus seja louvado" fosse retirada:


Querem tirar os símbolos cristãos? Ok. Vamos tirar os maçônicos e de outras religiões e ideologias também, mas quanto a esses ninguém fala nada...

Se eu gosto da ideia do estado laico? Claro. Mas me diga como isso é possível hoje? Só no Rio de Janeiro, Ogum, Oxóssis e Iansã se tornaram patrimônio imaterial do estado, São Jorge tem um feriado só dele e, só para não dizer que só falei das religiões de matriz africana e da igreja católica, a música "gospel" também é patrimônio imaterial no estado, e artistas que difundem a cultura "gospel" e, com isso, a religião "evangélica" ganham incentivos fiscais do estado, como também os dois primeiros casos.





Acorda! O estado só é laico no papel.



É preciso lembrar que quando D. João VI veio ao Brasil, no período colonial, ele não era somente o soberano de Portugal, mas também o representante legitimo da Igreja Católica.



Sem falar que nosso antigo monarca era maçom, seu filho, D. Pedro era maçom, seu neto também, sem falar dos primeiros presidentes da nação.

Talvez, para agradar a todos, nossa moeda deveria ser assim:



Mesmo assim, alguma linha religiosa ia dizer que sua divindade específica não foi citada.

Recentemente um homem me perguntou se eu aceitava a indicação de um político ou se tudo era definido pelo meu líder denominacional eclesiástico... Tal homem não me conhece, por isso fez esse questionamento obtuso.

Sim, sou parte de uma liderança denominacional cristã/protestante e devo respeito, obediência e honra a ela, desde de que esteja centrada nos princípios cristãos. Mas também sou um livre pensador, cientista por natureza e formação, tanto da área de exatas quanto de humanas.

Deus, o Criador de todas a coisas, deu a nós o livre arbítrio. Quem é homem, independente de sua patente, que pode tira-lo? Mas antes que os rebeldes se animem falando: "é isso mesmo, temos que ir contra os líderes. Fazer o que bem entendermos" e etc... Digo algo, sempre expus a minha liderança minha opinião, tanto na concordância, quanto na discordância. Quando acontece o primeiro faço uma proclamação pública, quando acontece o segundo me silencio publicamente e, depois de expor minha posição pessoalmente, exerço minha liberdade conferida por Deus e minha mente de forma individual. E arco com as consequências disso.

O problema não é discordar, mas sim a forma que você faz isso.

Seja através da oração (método metafísico) ou de reflexão analítica (método científico e filosófico), acredito que temos sim liberdade de escolha, mas não temos o direito de nos rebelarmos contra aqueles que exercerem liderança sobre nós. Seja no nível eclesiástico ou secular.

O começo do fim do movimento socialista na Rússia foi quando Lenin morreu e Stalin e Trotsky divergiram. O mesmo se deu quando, na revolução francesa, Robespierre, cego pelo poder que lhe foi outorgado, começo a matar seus pares.

Um reino divergente não subsiste.

Não vejo o cristianismo como uma religião, suas subdivisões, sejam elas espíritas, católicas e protestantes, sim.          

O cristianismo não é uma idéia/conceito/estilo de vida confortável.



E o que a religião faz é exatamente isso, adaptar uma idéia/conceito/estilo de vida a mim, meus desejos e vontades. Se não estiver bom vou para outra. Existem outros conceitos que são assim também, um é a filosofia, e dentro dela a política e as ideologias. Se uma não esta boa, vou para outra... ou crio a minha própria.



Não pense que a religião, a filosofia, a política e as ideologias são de todas ruins. Veja, por exemplo, o que disse o criador da ideologia anarquista:


Legal, não? Veja o que disse um socialista:



Top. Vamos a uma frase de uma religião de matriz africana:




O que me diz da frase desse hindu?




E a desse pastor Batista então?



O mundo não é só preto e branco, tem seus tons de cinza. E não estou me referindo ao livro de Erika Leonard James, que, para mim, não passa de uma apologia a violência domestica...  

Mas voltando ao ponto. Não quebre princípios, mas reflita antes de agir, ou, reagir. Pense, ore e tome uma posição... Mas não fique omisso ou passivo.





Lembre-se que debater ideias não é brigar por ideologia. Discussões inúteis não levam a nada, evite-as.




 Mas não tenha medo de se posicionar, da forma correta.





Lembre-se, respeitar não é concordar. Você pode respeitar a opinião divergente de alguém sem concordar com ela.



Uma vez disseram: "Falta amor no mundo". Ao que responderam: "Não seja tolo. Não falta amor, falta amar". Acredito que seja isso.

Nessas eleições não somente acompanhe a onda, mas pegue sua "prancha" para poder se mover sobre ela.







sexta-feira, 1 de julho de 2011

João Paulo II e evangélicos do Brasil



EVANGÉLICOS SÃO SINISTROS

João Paulo II classificava assim atividade no Brasil

Sem revelar fontes, o documento obtido pelo WikiLeaks diz que o papa João Paulo 2º descreveu as atividades evangélicas como “sinistras.

Documento obtido pelo WikiLeaks e divulgados nesta quarta-feira (29) mostram que, na época da visita do papa Bento 16 ao Brasil, em 2007, o Vaticano estava preocupado com o crescimento dos evangélicos no país e recebeu críticas do monsenhor brasileiro Stefano Migliorelli, que questionou sobre a falta de padres na América Latina.

O telegrama enviado a Washington em 6 de maio de 2007 relata conversas entre diversos membros do Vaticano e o ex-embaixador americano Francis Rooney, um empresário republicano do ramo de construção e um dos maiores doadores de campanha do ex-presidente americano George W Bush.

O diplomata americano faz um comparativo entre a primeira viagem de João Paulo 2º ao Brasil em 1980, quando os católicos representavam 89% da população e o censo de 2000, quando o número de católicos era de 74%.

“A cada ano, milhões de católicos latino-americanos deixam suas igrejas para se juntar a congregações evangélicas incentivados pelos pastores destes novos rebanhos”, disse Rooney.

Ainda segundo ele, de acordo com uma análise, enquanto a Igreja Católica concentra-se em “salvar almas”, muitas igrejas evangélicas fazem o possível apenas para matar a sede latino-americana para o misticismo.

Sem revelar fontes, o documento diz que João Paulo 2º descreveu as atividades evangélicas como “sinistras” e que uma das principais tarefas de Bento 16 seria despertar a comunidade católica e encorajar a resistência ao que o papa anterior teria chamado de “caçada por seitas”.

Já Migliorelli, na época chefe da seção brasileira da Secretaria de Estado do Vaticano, reclamou ao diplomata americano sobre o fato de a América Latina não ser uma região prioritária para a Igreja Católica.

Para Migliorelli, o Brasil e a América Latina seriam como “território de missão” -- terras que não foram expostas “de maneira consistente” à fé católica. “Temos que ver isso como uma evangelização -- começando do zero”, disse Migliorelli.

O monsenhor ainda criticou a quantidade e a qualidade do clero latinoamericano.

“A falta de padres em grande parte da América Latina é muito pior do que nos Estados Unidos”, disse. Migliorelli disse também que “o nível de educação dos padres é muito baixo e que muitas vezes eles não aderem aos padrões de disciplina clerical (celibato, ofertas de sacramentos etc)”.

Em um tópico chamado de “A ameaça da teologia da libertação”, o diplomata americano comenta que o papa João Paulo 2º teria feito grandes esforços para acabar com “esta análise marxista da luta de classes” promovida “por um número significativo de clérigos e católicos leigos que, por vezes, em nome de um compromisso político sancionou a violência em nome do povo”.

Migliorelli comentou que o Vaticano não pretendia tocar no tema durante a visita do papa. O documento prossegue: “A chave é simplesmente que o clero seja treinado mais efetivamente para explicar a posição da Igreja para o povo, ele concluiu”.

Segundo o diplomata, João Paulo 2º combateu com a ajuda de Bento 16 a teologia da libertação mas, nos últimos anos, ela estaria ressurgindo em várias partes da América Latina.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Cuba e os evangélicos


Durante o culto do 70º aniversário do Conselho de Igrejas de Cuba (CIC), o presidente de Cuba, Raúl Castro, afirmou que o país precisará mais do que nunca das orações das igrejas. O CIC reúne cerca de 50% das igrejas evangélicas cubanas, dentre as quais estão as principais do país.

Durante o ato, os presentes anunciaram um pedido direto ao presidente estadunidense, Barack Obama, para que ponha em liberdade aos cinco antiterroristas cubanos presos em cárceres dessa nação, informou o noticiário nacional de televisão.

Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerrero, Fernando González e René González, foram presos há mais de 12 anos por alertar sobre atentados terroristas contra Cuba.

Oden Marichal, presidente do Conselho, e Caridad Diego, chefa do Escritório de Atenção a Assuntos Religiosos do Comitê Central do Partido Comunista de Cuba (PCC), fizeram uso da palavra durante a atividade, na qual se destacou o trabalho realizado pelo Conselho.

Também estiveram presentes Esteban Lazo, membro do Burô Político do PCC, Eusebio Leal, Historiador da Cidade de Havana e outras personalidades.

Com a decadência gritante da economia do país, o governo cubano decidiu começar a abrir o mercado interno para investimentos estrangeiros. A medida é uma das ações que compõem o novo plano econômico de Cuba. Além da abertura, os cubanos agora poderão ter seu negócio próprio.

A ética protestante e o espírito do capitalismo continua juntos, como já bem disse Weber. Que o povo cubano não pague ônus sozinho da "propriedade privada" como já acontede em muitos países capitalistas.

Espero que possa ser encontrado um meio termo da preocupação com a coletividade do socialismo, com a independência financeira do indíviduo do capitalismo.

*Texto do site Prensa Latina, modificado por Rodrigo Matias

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

WIKILEAKS: preocupação com crescimento evangélico


Documentos vazados revelam preocupação com crescimento evangélico

Sobre a perda de fiéis para evangélicos, dom Odilo diz que a Igreja Católica falhou em sua missão de aprofundar a fé das pessoas.


Para dom Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, o Bolsa Família ajuda as famílias pobres, mas transformou-se numa ferramenta eleitoral que distorce o sistema político.


Essa avaliação, feita em outubro de 2007 ao então cônsul-geral dos EUA em São Paulo, Thomas White, consta de telegrama diplomático obtido pelo site WikiLeaks (www.wikileaks.ch).

A organização teve acesso a milhares de despachos.


A Folha e outras seis publicações têm acesso antecipado à divulgação no site do WikiLeaks.

Quando questionado sobre o Bolsa Família, dom Odilo afirmou que o programa tem efeitos contraditórios.


Do lado positivo, ajuda concretamente os pobres e faz com que mais dinheiro circule nas comunidades. Se as famílias observarem as regras, mantendo as crianças na escola e as vacinando, o programa pode trazer benefícios de longo prazo.





Do lado negativo, o cardeal ressalta o risco de os beneficiários desenvolverem dependência da bolsa e diz que a associação do programa com o governo federal e o PT o transformou num instrumento eleitoral que distorce o sistema político.


Na mesma conversa, dom Odilo afirma que a Teologia da Libertação perdeu força nos últimos anos, deixando de ser um "problema sério".

Ao referir-se à perda de fiéis para evangélicos, dom Odilo diz que a Igreja Católica falhou em sua missão de aprofundar a fé das pessoas.


O desafio agora é fazer com que a igreja seja ouvida, mas, segundo ele, isso é difícil, pois a mídia tradicional não dá muita atenção a mensagens de caráter moral.

Elas não vendem, diz o cardeal, que aproveitou para fazer críticas à Record, do líder evangélico Edir Macedo.


Para dom Odilo, a televisão opera como uma empresa comercial, mas também serve aos interesses dos evangélicos pentecostais.

Num outro despacho, este de março de 2006, o então cônsul-geral em São Paulo, Christopher McMullen, relata a conversa que teve com o então arcebispo da região metropolitana, dom Cláudio cardeal Hummes.

Nela, o religioso avalia a gestão de Lula, a quem conhece desde a ditadura.


Dom Cláudio diz que o governo foi bem na macroeconomia. Ele vê o Bolsa Família com mais simpatia do que dom Odilo. Para ele, porém, o que faltava até 2006 era crescimento econômico.


Em relação ao escândalo do mensalão, dom Cláudio diz que Lula "não o merecia". Para o religioso, o presidente foi mal servido por pessoas de seu entorno. Nomeia especificamente o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu.




Fonte: Folha Online




quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Eleições 2010: A diferença do voto evangélico

Eleição acirra debate sobre impacto do voto evangélico

Eleição acirra debate sobre impacto do voto evangélico

"Igreja evangélica no Rio de Janeiro"

Em 2011, bancada evangélica na Câmara passará de 43 a 63 cadeiras

As eleições para presidente chamaram atenção para o peso do voto evangélico no Brasil, mas os fatores que influenciam a decisão dessa faixa de eleitores e a coesão do movimento como força eleitoral despertam opiniões divergentes.

De acordo com levantamento do cientista político Antonio Lavareda, o segmento evangélico representa 25% do eleitorado brasileiro - cerca de 34 milhões de pessoas. E, na avaliação do pesquisador, a influência dos líderes religiosos sobre os fiéis é maior no caso dos evangélicos.

Ambas as campanhas contam com uma coordenadoria evangélica para dialogar com pastores e buscar apoio em diferentes igrejas. E temas como o aborto e o casamento homossexual se tornaram pontos sensíveis da campanha, com o segundo turno marcado por cobranças por um posicionamento claro sobre esses assuntos.

Acredito que esse "Debate Moral", e enfatizo o "moral", é necessário. A atual conjutura de nosso país encaminha para isso.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Evangélicos realizam culto no Hati

No dia 24 de janeiro de 2010 milhares de evangélicos se reuniram no Hati.

As informações quanto ao número variam de meio milhão a um milhão de evangélicos reunidos. Mas há uma certeza, durante um dia inteiro eles ficaram em jejum, adorando a Deus e clamando por Ele.

Muitos perderam bens e família na tragédia, mas ainda se apegavam a Deus, e celebravam a Ele pela vida. Um verdadeiro exemplo.


Em meio a tragédia, ainda vive a esperança.

Veja o vídeo:


http://videos.sapo.pt/nYu6brESnlGzt5Iq9EvI - Link com uma qualidade um pouco melhor.

http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Centenas-de-fieis-evangelicos-em-oracao-no-Haiti.rtp&headline=20&visual=9&article=313346&tm=7 - Vídeo original da RTP notícias


Até a televisão européia (a RTP é um canal de Portugal) pensa ser importante mostrar esse ajuntamento de esperança e fé. Infelizmente a televisão brasileira só mostra a dor e a tragédia no Haiti, e não fez sequer uma chamada rapida sobre esse assunto.

Pense nisso...

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